Nascido em Itaberaí, interior de Goiás, no dia 28 de março de 1947, onde viveu sua infância e boa parte da adolescência. Em 1960 muda-se para Brasília com sua família, matriculando-se no CEEB (Centro de Ensino Elefante Branco), atual CEMEB, também chamado de Elefante Vermelho devido ás acusações do governo ditador que os declarava comunistas. Ainda secundarista, transfere-se no fim do seu Ensino Médio para o antigo CIEM (Centro Integrado de Ensino Médio) e em 1965 presta vestibular para Geologia, onde se classifica em 1º lugar, conseguindo 257 pontos em uma prova com a pontuação máxima de 260. Universitário, torna-se presidente da Federação dos Estudantes da Universidade de Brasília. Liderou durante boa parte da ditadura militar atos e pichações contra a ditadura. Desaparecido no ano de 1972, sendo dado por morto alguns anos depois.
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sábado, 8 de agosto de 2009
Honestino Guimarães
Honestino Monteiro Guimarães, líder mártir do movimento estudantil nos tempos da ditadura militar no Brasil.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Da unidade vai nascer a novidade
Os alunos, com o ímpeto de revolucionar a consciência de seus colegas e tornar o colégio um ambiente no qual, de fato, cidadãos sejam formados, arregaçou as mangas e soltou a proposta: Chapa Elefante Vermelho. Foi assim, que depois de muita luta, o Grêmio finalmente renasceu no Elefante Branco.Dignamente o batizamos de Grêmio Honestino Guimarães, mas muitos ainda não fazem idéia do porquê dessa homenagem. E com o maior prazer a gente explica.
Honestino Guimarães foi um revolucionário nascido e enterrado durante a ditadura militar – consideramos ‘nascer’ aqui, porque sem dúvida foi devido a ditadura que ele criou ideais, fincou raízes, se tornou homem. Estudou aqui no Elefante, na UnB, presidiu a UNE (União Nacional dos Estudantes) duas vezes – uma dessas clandestinamente –, foi perseguido e preso, com certeza sofrendo maus bocados nas mãos dos militares e do governo. Mas de fato, ele se tornou muito mais que isso. Se tornou uma figura a ser lembrada, uma fonte de inspiração para movimentos e uma história de vida que vale a pena ser conhecida.
Inspirados nessa trajetória, o Grêmio vai muito mais além do que apenas um espaço para debate. Trazemos propostas culturais diversificadas, visando principalmente a interação sócio-cultural dentro do ambiente estudantil. Estamos levantando a bandeira da arte, da ecologia, dos esportes, da qualidade educacional, da interatividade, da diversidade e principalmente da crença na capacidade que temos de mudar a nossa realidade.
Faça parte dessa mudança também! Comece agora mesmo a se ajudar dando um pulinho lá na sala do Grêmio e expondo suas idéias.
Uma questão de oportunidade
No último dia 20/07, o partido Democratas entrou com ação no Supremo Tribunal Federal para suspender a matrícula dos aprovados no vestibular da Universidade de Brasília, que destina 20% das vagas para as cotas raciais, sustentando que as cotas não são uma solução para as desigualdades no país.
O partido ainda ironiza sugerindo que a única maneira de implementar cotas raciais é por meio da análise do DNA, a fim de se identificar quem é 100% branco (Nota: Que tal analisar as contas bancárias para identificar quem é 100% honesto nesse partido?). Para o reitor da Universidade de Brasília, José Geraldo de Sousa Júnior, a ação do DEM é descabida: "Em última análise, as políticas de cotas são ligadas aos valores que foram construídos na pauta dos direitos humanos. Lutar contra isso (as cotas) é o ir contra o principio de igualdade das pessoas e isso é segregação."
Para o professor de Sociologia, Klinger Ericeira, a questão não é definir esteriótipos e sim dar oportunidades àqueles que históricamente não as tem. Mais que apenas lutar contra o racismo ainda tão vigente em nossa sociedade, as cotas propõem até a forma de se pensar o negro, o que é ser negro, e quais suas pespectivas atuais. E vai além ao mostrar que ser negro e cotista dentro da UnB realmente tem incomodado.
Como diria o novo ditado: os incomodados que nos engulam.
O partido ainda ironiza sugerindo que a única maneira de implementar cotas raciais é por meio da análise do DNA, a fim de se identificar quem é 100% branco (Nota: Que tal analisar as contas bancárias para identificar quem é 100% honesto nesse partido?). Para o reitor da Universidade de Brasília, José Geraldo de Sousa Júnior, a ação do DEM é descabida: "Em última análise, as políticas de cotas são ligadas aos valores que foram construídos na pauta dos direitos humanos. Lutar contra isso (as cotas) é o ir contra o principio de igualdade das pessoas e isso é segregação."
Para o professor de Sociologia, Klinger Ericeira, a questão não é definir esteriótipos e sim dar oportunidades àqueles que históricamente não as tem. Mais que apenas lutar contra o racismo ainda tão vigente em nossa sociedade, as cotas propõem até a forma de se pensar o negro, o que é ser negro, e quais suas pespectivas atuais. E vai além ao mostrar que ser negro e cotista dentro da UnB realmente tem incomodado.
Como diria o novo ditado: os incomodados que nos engulam.
Destrinchando
No 2° Vestibular da UnB, o Elefante galgou a marca de 4 aprovações dos alunos dos terceiros anos. Congratulando a equipe de professores e aos mais novos calouros, ainda assim, fica a pergunta: Porque apenas 4 alunos passaram?
Em entrevista com o professor Klinger Ericeira, a resposta foi simples e clara: Há uma cultura organizacional que contribui para uma intencionalidade no sentido de fazer com que a escola e seu objetivo primordial não funcionem. Traduzindo: Eles não estão nem aí, e nós fingimos que está tudo bem.
Será que suspender o início das aulas quase 2 dias antes do dia 27/07 foi realmente uma medida preventiva? Será que entregar meia dúzia de vidros de álcool e papeis realmente nos dá segurança? Como serão repostas essas aulas? Perder aulas com palestras com um certo tom religioso contribui para nosso aprendizado ou para a nossa catequização? As respostas todos nós podemos encontrar, basta querer.
Em entrevista com o professor Klinger Ericeira, a resposta foi simples e clara: Há uma cultura organizacional que contribui para uma intencionalidade no sentido de fazer com que a escola e seu objetivo primordial não funcionem. Traduzindo: Eles não estão nem aí, e nós fingimos que está tudo bem.
Será que suspender o início das aulas quase 2 dias antes do dia 27/07 foi realmente uma medida preventiva? Será que entregar meia dúzia de vidros de álcool e papeis realmente nos dá segurança? Como serão repostas essas aulas? Perder aulas com palestras com um certo tom religioso contribui para nosso aprendizado ou para a nossa catequização? As respostas todos nós podemos encontrar, basta querer.
A tromba entrevista Nelson Inocêncio/Por Luciano Lira
Consciência negra (cotas) - foi em meio a isso que sentei em uma aula do professor Nelson Inocêncio, que merece tal título, sobre arte negra. Sua proposta para entender tal manifestação artística enreda uma série de questionamentos já antes conceitualizados, um esmiuçamento das questões históricas que não foram levadas em conta, instigando o conhecimento de fato. E seu posicionamento não muda quando gentilmente nos cede essa entrevista:
N.I.: "... E muitas coisas que dizem para gente, não o que tá explícito, mas o interdito não é? O que vem nas entrelinhas das coisas. Num país onde existem articulações, existem exemplos que são constituintes necessariamente para que se discuta TOLERÂNCIA, porque nós nos tornamos intolerantes, não é? Então, devemos baixar em outra freguesia, fazer outras abordagens..."
"(...)Como é que é isso né ? Um país que sempre teve regozijo de dizer que era o "paraíso das três raças", e por que é exatamente nesse país que a gente tem que estar discutindo essa intolerância? (risos) É contraditório, não é?! Na verdade isso mostra que passamos muito tempo seduzidos ou até entorpecidos por essa idéia de sociedade brasileira, que era muito mais uma idéia de um texto oficial que uma experiência vivida, o dia-a-dia das relações urbanas é marcado por outras experiência..."
Nelson vai falando de uma forma muito explicativa, frisando cada ponto diverso da questão, pela consciência de que o preconceito, a injustiça, vão além de um mero estranhamento de cor, mas antes, um enorme tendenciamento de nossa visão por interesses que não eram de todos.
O tempo todo rí enquanto destrincha essas atitudes absurdas, e seu riso nos faz, frente a um homem negro, que questiona tudo isso há tanto tempo, dimensionar o peso de todo esse tempo de coisas engolidas sem mastigar.
N.I.: "(...) Então, organicamente, tendo vínculo à organizações, eu tive pelo menos 16 anos atuando, quer dizer, não dá para falar das relações raciais entre negros e brancos sem tentar entender outras relações, porque se todo segmento, de alguma forma, é objeto de exclusão, ele precisa pensara si mesmo, e é preciso pensar as outras, inclusive para interagir com esses segmentos. Nos Estados Unidos na época em que eclodiu o feminismo, mulher operária apanhava, mulher de classe média apanhava, então cada um faria seu próprio movimento? NÃO!"
Porque as dores são diversas, mas o golpe é um só: quem interessa para o nosso modelo de sociedade, e quem só interessa pra falar de solidariedade. Nelson fala da posição partidária esquerdista que afirma a raiz do todo como que finca no solo das lutas de classe, de nossa ignorância e repelimento ao imperialismo, que pode gerar tantos movimentos de contra-cultura; o feminismo, os panteras negras, o Black Power, o prenúncio do que seria hoje o ambientalismo vindo com o movimento Hippie, o movimento dos homossexuais, etc.
"(...) Agora, o que eu acho fundamental é se entender que existem formas e fontes, e maneiras diferentes de preconceitos. A sociedade que a gente vive não é só uma sociedade racista, ela é uma sociedade que produz o racismo. Melhor dizendo, é homófoba, pela rejeição à qualquer cultura diferenciada, é também misógena, isso sem falar das outras intolerâncias..."
"Se a gente acha que os imigrantes europeus chegaram ao Brasil, foram importados e aquela coisa toda, e progrediram porque eram muito capazes, e os outros ficaram porque não o eram, isso tem um teor que é exemplo do que o racismo gera, porque, se nós acharmos que não há diferença de potencialidade, que não há diferença de compreensão, de articulação de raciocínio entre os seres humanos é devido o fato de se ter implantado na sociedade brasileira a evidência de que os brancos dominam. Das duas uma: ou você admite, como diz Caetano Veloso 'alguma coisa esta fora da ordem', ou então você vai achar 'não, há algo genético que os fazem mais capazes por isso'... Ou isso, ou a gente reconhece que as oportunidades não foram as mesmas para todas as pessoas."
"Hoje por exemplo, um segmento que é muito focado nos Estados Unidos é o de latinos, tanto quanto ou até mais que a da população negra, considerando que essas medidas são medidas, aí eu digo no caso específico das cotas, são medidas emergenciais e são temporárias, elas não existem para todo o sempre, elas na verdade tentam fazer correções dentro de um determinado período, então eu costumo dizer que não há concessões, dentro desse mundo capitalista em que você tem essa disputa acirrada pelo poder e ao mesmo tempo uma luta terrível pela sobrevivência, não existe concessões, existem estratégias de luta e possibilidades de avanço."
Nelson Inocêncio é professor do Instituto de Artes da Unb, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro (NEABE) e autor do livro Consciência Negra em Cartaz, publicado pala Editora da Unb, em junho de 2004.
N.I.: "... E muitas coisas que dizem para gente, não o que tá explícito, mas o interdito não é? O que vem nas entrelinhas das coisas. Num país onde existem articulações, existem exemplos que são constituintes necessariamente para que se discuta TOLERÂNCIA, porque nós nos tornamos intolerantes, não é? Então, devemos baixar em outra freguesia, fazer outras abordagens..."
"(...)Como é que é isso né ? Um país que sempre teve regozijo de dizer que era o "paraíso das três raças", e por que é exatamente nesse país que a gente tem que estar discutindo essa intolerância? (risos) É contraditório, não é?! Na verdade isso mostra que passamos muito tempo seduzidos ou até entorpecidos por essa idéia de sociedade brasileira, que era muito mais uma idéia de um texto oficial que uma experiência vivida, o dia-a-dia das relações urbanas é marcado por outras experiência..."
Nelson vai falando de uma forma muito explicativa, frisando cada ponto diverso da questão, pela consciência de que o preconceito, a injustiça, vão além de um mero estranhamento de cor, mas antes, um enorme tendenciamento de nossa visão por interesses que não eram de todos.
O tempo todo rí enquanto destrincha essas atitudes absurdas, e seu riso nos faz, frente a um homem negro, que questiona tudo isso há tanto tempo, dimensionar o peso de todo esse tempo de coisas engolidas sem mastigar.
N.I.: "(...) Então, organicamente, tendo vínculo à organizações, eu tive pelo menos 16 anos atuando, quer dizer, não dá para falar das relações raciais entre negros e brancos sem tentar entender outras relações, porque se todo segmento, de alguma forma, é objeto de exclusão, ele precisa pensara si mesmo, e é preciso pensar as outras, inclusive para interagir com esses segmentos. Nos Estados Unidos na época em que eclodiu o feminismo, mulher operária apanhava, mulher de classe média apanhava, então cada um faria seu próprio movimento? NÃO!"
Porque as dores são diversas, mas o golpe é um só: quem interessa para o nosso modelo de sociedade, e quem só interessa pra falar de solidariedade. Nelson fala da posição partidária esquerdista que afirma a raiz do todo como que finca no solo das lutas de classe, de nossa ignorância e repelimento ao imperialismo, que pode gerar tantos movimentos de contra-cultura; o feminismo, os panteras negras, o Black Power, o prenúncio do que seria hoje o ambientalismo vindo com o movimento Hippie, o movimento dos homossexuais, etc.
"(...) Agora, o que eu acho fundamental é se entender que existem formas e fontes, e maneiras diferentes de preconceitos. A sociedade que a gente vive não é só uma sociedade racista, ela é uma sociedade que produz o racismo. Melhor dizendo, é homófoba, pela rejeição à qualquer cultura diferenciada, é também misógena, isso sem falar das outras intolerâncias..."
"Se a gente acha que os imigrantes europeus chegaram ao Brasil, foram importados e aquela coisa toda, e progrediram porque eram muito capazes, e os outros ficaram porque não o eram, isso tem um teor que é exemplo do que o racismo gera, porque, se nós acharmos que não há diferença de potencialidade, que não há diferença de compreensão, de articulação de raciocínio entre os seres humanos é devido o fato de se ter implantado na sociedade brasileira a evidência de que os brancos dominam. Das duas uma: ou você admite, como diz Caetano Veloso 'alguma coisa esta fora da ordem', ou então você vai achar 'não, há algo genético que os fazem mais capazes por isso'... Ou isso, ou a gente reconhece que as oportunidades não foram as mesmas para todas as pessoas."
"Hoje por exemplo, um segmento que é muito focado nos Estados Unidos é o de latinos, tanto quanto ou até mais que a da população negra, considerando que essas medidas são medidas, aí eu digo no caso específico das cotas, são medidas emergenciais e são temporárias, elas não existem para todo o sempre, elas na verdade tentam fazer correções dentro de um determinado período, então eu costumo dizer que não há concessões, dentro desse mundo capitalista em que você tem essa disputa acirrada pelo poder e ao mesmo tempo uma luta terrível pela sobrevivência, não existe concessões, existem estratégias de luta e possibilidades de avanço."
Nelson Inocêncio é professor do Instituto de Artes da Unb, coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro (NEABE) e autor do livro Consciência Negra em Cartaz, publicado pala Editora da Unb, em junho de 2004.
Agenda do Estudante
Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB)
Nível Superior, Nível Médio, Nível Fundamental
Máx.: R$ 4.834,70 Min.: R$ 1.182,98
Incrições: 06/08/2009 a 03/09/2009
Prova(s): 15 e 22/11/2009
Organizadora: FAPERP
Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região (CRN1)
Máx.: R$ 1.814,74 Min.: R$ 900,00
Incrições: 16/07/2009 a 19/08/2009
Prova(s): 13/09/2009
Organizadora: INSTITUTO QUADRIX
Hospital das Forças Armadas (HFA)
Nível Superior, Nível Médio
Máx.: R$ 2.643,28 Min.: R$ 2.067,30
Incrições: 13/07/2009 a 13/08/2009
Prova(s): 13/09/2009
Organizadora: FUNDAÇÃO UNIVERSA
Ministério da Educação - MEC
Nível Médio
Salário: R$1.901,47
Incrições: 27/07/2009 a 16/08/2009
Prova(s): 13/09/2009
Organizadora: CESPE/UnB
Ministério da Educação (MEC) - II
Nível Superior, Nível Médio
Máx.: R$ 8.300,00 Min.: R$ 2.250,00
Incrições: 03/08/2009 a 21/08/2009
Prova(s): 11/10/2009
Organizadora: FUND. GETÚLIO VARGAS - FGV
PAS Subprograma 2007
Inscrições entre 8/9 e 8/10
Exclusivamente via internet.
PAS Subprograma 2009/2008
Inscrições entre 3/8 e 2/9
Exclusivamente via internet.
Nível Superior, Nível Médio, Nível Fundamental
Máx.: R$ 4.834,70 Min.: R$ 1.182,98
Incrições: 06/08/2009 a 03/09/2009
Prova(s): 15 e 22/11/2009
Organizadora: FAPERP
Conselho Regional de Nutricionistas da 1ª Região (CRN1)
Máx.: R$ 1.814,74 Min.: R$ 900,00
Incrições: 16/07/2009 a 19/08/2009
Prova(s): 13/09/2009
Organizadora: INSTITUTO QUADRIX
Hospital das Forças Armadas (HFA)
Nível Superior, Nível Médio
Máx.: R$ 2.643,28 Min.: R$ 2.067,30
Incrições: 13/07/2009 a 13/08/2009
Prova(s): 13/09/2009
Organizadora: FUNDAÇÃO UNIVERSA
Ministério da Educação - MEC
Nível Médio
Salário: R$1.901,47
Incrições: 27/07/2009 a 16/08/2009
Prova(s): 13/09/2009
Organizadora: CESPE/UnB
Ministério da Educação (MEC) - II
Nível Superior, Nível Médio
Máx.: R$ 8.300,00 Min.: R$ 2.250,00
Incrições: 03/08/2009 a 21/08/2009
Prova(s): 11/10/2009
Organizadora: FUND. GETÚLIO VARGAS - FGV
PAS Subprograma 2007
Inscrições entre 8/9 e 8/10
Exclusivamente via internet.
PAS Subprograma 2009/2008
Inscrições entre 3/8 e 2/9
Exclusivamente via internet.
Resenhas
1. Caetanear
Seguindo a mesma linha tranquila, levemente roqueira e contemporânea do disco cê (2006), o novo trabalho do baiano traz mais um punhado de ótimas inéditas ("A Cor Amarela","Sem Cais","A Base de Guantánamo" e "Perdeu") e até uma regravação da genial "Incompatibilidade de Gênios" (João Bosco e Almir Blanc). É Caetano, que segue na atividade.
zii e zie, de Caetano Veloso, Universal, R$ 30.
2. Quem não sabe, avacalha
Taí um trabalho de recuperação de memória que merecia um prêmio. A Coleção Cinema Marginal Brasileiro começa sua trajetória lançando 4 DVDs (serão 12 ao todo, sempre repletos de extras) com alguns títulos cults que enchem de alegria os fãs do Canal Brasil. Nessa primeira leva estão: Bang Bang (1971), de Andrea Tonacci; Sem Essa, Aranha (1970), de Rogério Sganzela; Os Monstros de Babaloo (1970), de Elyseu Visconti; e Meteorango Kid - O Herói Intergalático (1969), de André Luiz Oliveira. Em comum, pouca grana, muita criatividade e loucuras mil.
Coleção Cinema Marginal Brasileiro, Lume Filmes, R$ 49,00 (cada).
3. Já tive mulheres...
Em boa parte dos filmes de Hitchcock é evidente um encantamento meio perverso e meio romântico pelas atrizes (loiras). Em ''Fascinado pela Beleza'' (Larousse, R$ 59,00), Donald Spoto desvenda essa misteriosa relação.
4. 1001 histórias
Roteirista de filmes de Luis Buñuel e Peter Brook, Jean-Claude Carrière trabalhou por 10 anos na compilação de ''Filosófos do Mundo Inteiro'' (Ediouro, R$ 49,00). São histórias divertidas que nos fazem pensar sobre a tal da condição humana.
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